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O processamento se aplica principalmente em materiais médico hospitalares de alto custo cuja legislação permita o reuso, e que representam apenas uma pequena parcela dos milhões de itens fabricados e descartados anualmente.
O nosso processamento utiliza a esterilização por óxido de etileno, considerado o método mais seguro e eficiente a baixa temperatura..

Qualidade dividido em etapas

A padronização dos procedimentos é indispensável para manter a constância dos nossos serviços

Conheça agora as etapas do nosso trabalho e veja como a Oxetil proporciona tranquilidades aos usuários dos materiais que passam por aqui:

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A primeira etapa do processamento é a inspeção inicial, onde os materiais são conferidos individualmente, de acordo com o pedido preenchido pelo cliente e com os requisitos de inspeção definidos em procedimento interno da Oxetil.


Entre os quesitos inspecionados estão:


- Funcionalidade/Integralidade: é verificada a integridade física do material médico-hospitalar e a conservação de sua real função, como ao ser utilizado pela primeira vez;

- Biocompatibilidade: é a capacidade do material médico-hospitalar de não sofrer alteração física durante o processamento tornando-o bioincompatível, ou seja, ao término do processamento deve apresentar as mesmas características com que começou.

- o material deve ser médico-hospitalar, conforme definição da RDC 156 de 11 de agosto de 2006;

- o material não pode pertencer a Lista de Produtos Médicos enquadrados na RE 2605 de 11 de agosto de 2006, proibidos de serem processados.

- o material não pode apresentar em seu rótulo os dizeres “Proibido Reprocessar”, conforme exigência da RDC nº 156 e RE 2606 de 11 de agosto de 2006;

Ainda são verificados os componentes, os itens ausentes e os em excesso. A proposta de trabalho Oxetil é processar os materiais médico-hospitalares conservando seus padrões de qualidade.

A Inspeção Inicial é documentada digitalmente e filmada para arquivamento, possibilitando eventuais esclarecimentos de dúvidas posteriores.

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Antes de serem encaminhados para a empresa processadora, os produtos para saúde devem ser submetidos à pré-limpeza no hospital. Isto para reduzir a carga microbiana natural dos artigos, remover contaminantes orgânicos e inorgânicos e sujidades visíveis (sangue, secreções e tecidos), favorecendo a eficácia do processo e aumentando a vida útil dos materiais.

Ao receber os materiais a empresa processadora tem a obrigação de realizar nova e mais complexa limpeza destes artigos.

A limpeza técnica da Oxetil é realizada de maneira manual, através de pistolas de água sob pressão e com acessórios não abrasivos e que não liberam partículas; e por meio automatizado, com detergente enzimático em lavadora ultrassônicas com turbilhamento. Em produtos para saúde com lúmem estreito a limpeza é feita na lavadora ultrassônica com conector para canulados, o qual possui fluxo de água intermitente.

O enxague dos materiais é realizado com água apirogênica obtida por meio da osmose reversa.

A limpeza técnica é de extrema importância, pois reduz a carga microbiana dos materiais, tornando o lote homogêneo para o ciclo de esterilização, que de acordo com FDA (Food and Drug Administration), nos EUA, requer um Nivel de Segurança de Esterilidade de 10-6.


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A limpeza técnica é sequenciada pela secagem dos materiais, com ar comprimido medicinal filtrado e livre de impurezas. Também são utilizados equipamentos automáticos de secagem específicos para cada tipo de material.


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Os materiais limpos passam pelo primeiro controle de qualidade, chamado CQI, no qual são checados os pontos críticos de cada material individualmente, verificado a eficácia da limpeza e secagem, a funcionalidade (integridade física do material médico-hospitalar e a conservação de sua real função, como ao ser utilizado pela primeira vez) e a biocompatibilidade. A avaliação visual dos materiais é realizada com o auxilio de lentes intensificadoras de imagem e com microscópios digitais.

As evidências deste procedimento são documentadas e arquivadas fisicamente e/ou eletronicamente, permitindo a sequência da rastreabilidade na atividade de processamento de cada material em particular.


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Após o CQI, os materiais aprovados estarão prontos para serem embalados. A embalagem utilizada é composta por uma combinação de papel grau cirúrgico e filme plástico, específica para permitir a esterilização por óxido de etileno e posteriormente atuar como barreira microbiana, permitindo que o material permaneça estéril na prateleira até o momento de seu uso. Os fornecedores de embalagem são previamente qualificados e possuem registro de seus produtos na ANVISA.

A selagem é realizada com termosseladoras calibradas e conforme a orientação de tempo e temperatura especificados pelo fabricante.

É nessa etapa também que os materiais recebem uma etiqueta de código de barras, com o nome do cliente, nome do produto, número do lote, data de esterilização, validade.



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Antes de ser colocados na autoclave, os produtos para saúde passam por mais um controle de qualidade, chamado CQII. Trata-se de uma inspeção visual dos materiais médico-hospitalares que estão limpos, inspecionados no CQI, embalados e etiquetados.


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Esterilização é o processo no qual se utiliza agentes físicos, químicos ou físico-químicos para exterminar todas as formas de vida microbiana nos materiais médico-hospitalares. Seu monitoramento é feito utilizando controles, entre eles os chamados indicadores biológicos, compostos de esporos bacterianos, que são as formas mais resistentes aos agentes esterilizantes e capazes de se reproduzir em laboratório, comprovando a eficácia ou ineficácia de um ciclo de esterilização finalizado. A carga somente é liberada após a leitura negativa do indicador biológico.

A esterilização por óxido de etileno é o método à baixa temperatura mais disseminado e utilizado mundialmente devido à segurança e eficácia que representa, considerado o “Gold Standard”.

A esterilização constitui a etapa final do processamento. Os parâmetros da esterilização são estabelecidos em validações periódicas, precisamente controladas. Todos os indicadores (indicadores químicos, físico-químicos e biológicos) são utilizados em conformidade com a legislação vigente.


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Após a esterilização é feita a eliminação de resíduos de óxido de etileno. Esse processo é conhecido com aeração e ocorre em dois momentos: como parte final do ciclo ainda dentro da autoclave e posteriormente em sala própria para essa atividade em conformidade com a legislação, tendo números de trocas de ar e temperatura controlados.

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Após o material-medico hospitalar estar estéril e aerado, recebem a inspeção final. Os colaboradores deste setor fazem uma análise quantitativa e qualitativa destes materiais, observando os aspectos gerais, umidade, sujidade, embalagem, selagem e etiquetas. Caso o material esta em desacordo para algum desses itens, é aberto um relatório de não conformidade e o material fica retido até que o problema seja solucionado. É nessa etapa também que a nota fiscal é emitida, através do código de barras existente no material. Novamente os produtos são filmados, possibilitando eventuais esclarecimentos de dúvidas posteriores.

Os materiais são acondicionados em containers rígidos, lisos, fechados e lacrados. Desta forma estarão prontos para serem devolvidos aos clientes.